Muito se fala sobre o vício causado por dispositivos eletrônicos. Mas você sabia que os smartphones e tablets podem estar contribuindo para o envelhecimento precoce da sua pele? Rugas, manchas e flacidez são alguns dos principais problemas causados pelo uso excessivo destes aparelhos. A culpa é da chamada poluição eletromagnética, devido a luz visível emitida pelas telas.

“A luz dos eletrônicos, que é a chamada luz visível, pode causar uma série de danos a pele. Além do envelhecimento precoce, essa luz estimula a produção de radicais livres na nossa pele e também pode alterar a formação do colágeno, elevando assim a flacidez”, explica a dermatologista Camila Dornelas, da Clínica Vanità.

A especialista alerta que o efeito pode atingir qualquer usuário destes eletrônicos, porém existem pessoas mais predispostas a apresentar as consequências. “As pessoas com pele mais clara podem sentir mais os efeitos. Pessoas com doenças que são sensibilizadas com a luz, como a lúpus ou algum tipo de urticária solar, também sofrem mais”, ressalta a dermatologista.

Mas o uso excessivo de smartphones ou tablets podem vir a causar um câncer de pele? A dermatologista Vanessa França explica que não, pois os efeitos da luz emitida por poluição eletromagnética não são tão nocivos quanto os da radiação ultravioleta. Mesmo assim, é preciso se proteger até em ambientes fechados, como um escritório ou quarto.

“A proteção deve ser feita diariamente. Os filtros solares físicos e os protetores com cor de base protegem da irradiação das telas dos eletrônicos e outras fontes de luz visíveis”, afirma.

A dermatologista Camila Dornelas complementa. “Os efeitos são percebidos a curto prazo. Até mesmo pessoas com melasma têm as manchas pioradas com a luz visível. Mesmo em ambientes fechados, é importante usar o protetor solar. Todo mundo deve ser preocupar realmente”, diz a especialista.

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