Para elevar a eficiência na aplicação dos recursos no Sistema Único de Saúde (SUS), um novo modelo de financiamento entra em vigor agora em janeiro. Agora, o fluxo dos repasses será definido por dois filtros: custeio e investimentos. A medida concentra e desburocratiza o sistema, agilizando as operações, além de facilitar o controle dos repasses que forem executados. Assim, as ações locais de saúde serão priorizadas para melhorar os serviços para a população. A partir das necessidades dos estados e municípios, as prefeituras e governos podem acessar contas específicas nas quais haverá o depósito dos recursos. A distribuição será de acordo com o uso do dinheiro, como atenção básica, vigilância em saúde e assistência farmacêutica. Essas áreas respondem por 95% do orçamento federal.

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