Uma equipe de antropólogos identificou no Alasca (EUA) rastros de uma população até então desconhecida que habitou as Américas antes dos humanos modernos (homo sapiens), a partir da análise genética dos restos mortais de duas crianças que foram encontradas em um sítio arqueológico datado de 11,5 mil anos. O estudo foi publicado na última semana na celebrada revista científica Nature. “Não sabíamos que esta população existiu”, afirmou Ben Potter, professor de antropologia da Universidade do Alasca em Fairbanks, um dos autores do trabalho. Segundo informações do jornal O Globo, até então a ocupação humana das Américas era considerada relativamente simples, tendo se desenvolvido em algum momento durante a última Idade do Gelo, há mais de 15 mil anos, após um grupo de pessoas cruzar uma “ponte” criada pelo recuo do nível do mar entre a Ásia e as Américas, na altura do atual Estreito de Bering. Eles teriam permanecido na região, conhecida como Beríngia, até que as geleiras no Norte do continente derretessem com o fim do período glacial, levando essa população a migrar para o Sul. No novo estudo, os pesquisadores analisaram em detalhes o genoma do corpo de um bebê de apenas seis semanas de idade que foi batizado Xach’itee’aanenh T’eede Gaay (“menina-criança do nascer do Sol”) pelos habitantes locais, e também parte do DNA extraído dos restos de outra garota apontada como sua provável prima de primeiro grau, apelidada Ye?kaanenh T’eede Gaay (“menina-criança do crepúsculo”). Os corpos foram desenterrados de um sítio funerário de 11,5 mil anos no alto do Rio Sol, na região do Vale do Tanana, no centro do Alasca. “Pudemos demonstrar que este povo provavelmente entrou no Alasca antes de 20 mil anos atrás. Esta é a primeira vez que temos evidências genômicas diretas de que todos nativos americanos podem ser rastreados de volta no tempo a uma população fonte por um único e fundador evento migratório”, resume o líder da pesquisa, Eske Willerslev, professor do St John’s College, da Universidade de Cambridge, no Reino Unido.

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