Blogs, canais do YouTube, redes sociais… A internet tem cada vez mais conteúdo produzido por mulheres negras. É somando conhecimento e dividindo experiências que elas têm reforçado a própria identidade, ao mesmo tempo em que reivindicam espaço. Em julho de 2015, a jornalista Maria Julia Coutinho foi alvo de ataques racistas na internet. Em outubro foi a vez da atriz Taís Araújo receber mensagens de ódio. Mas se a internet facilita as manifestações racistas, é também um espaço que dá visibilidade ao ativismo, entre eles o das mulheres negras. Joyce Fernandes é conhecida na internet como Preta Rara. Há um ano ela criou a #euempregadadoméstica, para falar das experiências que teve quando trabalhava como diarista. Os relatos viralizaram nas redes rapidamente e expressão virou uma página no Facebook. Ouça a fala da blogueira:

A blogueira Charó Nunes mantém há cinco anos com outras mulheres escritoras a página Blogueiras Negras. O site é um espaço para falar sobre questões de gênero, raça, identidade e resistência, mas ela rejeita a ideia de que a página dá voz a essas mulheres. Ouça:

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