O governo Bolsonaro vai apresentar entre as propostas para a reforma tributária o aumento do limite de isenção do Imposto de Renda Pessoa Física; a redução das deduções; uma alíquota maior para os mais ricos; e também a taxação de transações financeiras a fim de desonerar as folhas de pagamento. A informação foi confirmada nesta quinta-feira pelo assessor especial do Ministério da Economia, Guilherme Afif Domingos.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, já havia declarado que a proposta de reforma tributária do governo será enviada ao Congresso em partes, mas, segundo informou o Blog de Valdo Cruz, as demais partes poderão ser entregues de uma única vez, em agosto. Especificamente sobre o Imposto de Reda, Guilherme Afif disse que o governo pretende propor o aumento da faixa de isenção dos atuais R$ 1.903,99 para cerca de 3 mil por mês, a redução nas deduções que atualmente incidem sobre despesas médicas, por dependentes e por despesas educacionais, diminuição da alíquota de 27,5%, criação de uma alíquota maior para os mais ricos, além da retomada da cobrança de imposto sobre a distribuição de lucros e dividendos para as pessoas físicas, que existia até 1996.

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