As classes A e B – apesar de terem encolhido – receberam 464 mil pessoas que se declaram pretas e pardas, em 2017.

Estudo da Folha de S. Paulo afirma que o movimento vai na direção oposta ao que ocorreu no Brasil no ano passado, quando 800 mil pessoas deixaram as classes mais altas.

A trajetória de pretos e pardos surpreende duplamente: não só porque se deu em um ambiente de crise e redução de cargos de remuneração mais alta, mas também porque é o único recorte positivo entre todas as faixas de renda, de 2016 para 2017.

O avanço de pretos e pardos foi de 5,4% na classe A e de 1,2% na B, aponta levantamento feito por Cosmo Donato, economista da LCA Consultores. No geral, a classe A retraiu 2,7% e a classe B, 0,7%.

METRO 1

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