Ao longo da vida, um pequeno grupo de células-tronco continua a produzir novos neurônios ainda que em quantidades e em regiões cerebrais limitadas. De acordo com O Globo, pesquisadores da Divisão Médica da Universidade do Texas em Galveston, EUA afirmam que um estudo com camundongos mostrou que a ingestão regular de álcool em longo prazo mata a maior parte das células-tronco que se regeneram, o que impacta na redução da produção e desenvolvimento de novos neurônios. Outra observação foi feita em relação ao sexo dos camundongos: as fêmeas dos apresentavam déficits maiores que os machos, exibindo sinais mais severos de intoxicação e um reservatório menor de células-tronco cerebrais na zona subventricular, uma das principais regiões de neurogênese do cérebro. Para compreender melhor a influência do álcool nestas células, os cientistas esperam que sejam realizados mais estudos pensando no desenvolvimento de estratégias para tratamento e cura do alcoolismo.

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