Há algumas semanas, o Plenário do Senado aprovou Projeto de Lei da Câmara que regulamenta a atuação dos agentes comunitários de saúde e agentes de combate a endemias. O projeto define atribuições, nível de qualificação e condições de trabalho dos agentes. Pela proposição, ficou definida em 40 horas a jornada das duas categorias, dividida em 30 horas semanais para as atividades externas de visita domiciliar e outras ações de campo e mais dez horas semanais para atividades de planejamento e avaliação das ações. A senadora Marta Suplicy apresentou alterações com nove emendas. Uma das novidades foi a explicitação das ações dos agentes com a incorporação de atividades como aferição da pressão arterial e da glicemia capilar, aplicação de vacinas e a possibilidade de fazer curativos.  Outra mudança foi em relação ao ponto que diz ser função privativa dos agentes a realização de visitas domiciliares rotineiras, casa a casa, na busca de pessoas com sintomas de doenças, visando a encaminhá-las para tratamento. A reportagem da Rádio Recôncavo ouviu a opinião de Claudia Santos, representante dos agentes comunitários de Santo Antônio de Jesus, sobre essas mudanças. Para ela, essa nova resolução foge do contexto do SUS. Frisou também que o Ministério da Saúde ainda não decidiu se essas mudanças serão colocadas em prática. Ouça:

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